31 de março de 2017

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017 (6/10)

Olá pessoas, como estão?

Mais um vídeo com o unboxing de uma booster box de Modern Masters. Ainda não tirei nenhuma das cartas consideradas por mim como “top 10” da coleção. Como critério, adotei o valor de venda da carta e não necessariamente a aplicação da carta.

Bom, vamos ao vídeo?

Abrindo uma Booster Box–Modern Master 2017

E finalmente abrimos uma carta de maior valor… Catacumbas verdejantes!

Além deste terrenos, tiramos outras coisinhas… nada muito sensacional.

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Faltam 3 séries de boosters ainda… será que a Liliana vem?

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017 (5/10)

Olá pessoas, como estão?

Ok, atrasei a publicação dos vídeos… Eu estou produzindo muito conteúdo para o UBQ e para o Podástico. E digamos que minha infraestrutura (computador e conexão com a internet) não tem dado conta do recado… Com o crescimento do canal, do blog e com a ajuda de vocês, acho que poderei melhorar toda a logística da produção de conteúdo.

Aliás, preciso acelerar pois Amonkhet está chegando…

Mas este texto não é para reclamar e sim para falar da abertura de boosters de Modern Masters. Com estes, chegamos a metade da caixa…  Sem mais enrolações, vamos ao vídeo:

Abrindo uma booster box–Modern Masters 2017

E como resultado, temos isto aqui:

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Foram boosters fracos. Entreat the Angels, Path to Exile, e talvez Pyromancer Ascencion sejam as melhores cartas destes três pacotinhos.

Como estou abrindo uma caixa inteira, estou percebendo algo que já deveria ser óbvio… a caixa só vai dar lucro a você com alguma sorte de ter algumas cartas cobiçadas. Caso contrário, a caixa no máximo vai se pagar. Eu digo isso porque além desta caixa, comprei dois boosters avulsos. E não tirei nada.

Então, o que eu digo (e que já deveria ser óbvio) é: não adianta comprar uma caixa achando que com isso você terá “o” deck em mãos. Se você pretende negociar cartas… uma caixa não vai te dar retorno.

Se você for jogador do formato, sai mais barato procurar as cartas de que precisa.

Hmmm… precisei abrir uma caixa para concluir que a Terra é redonda…

Mas o que vocês acham? Comprar uma caixa, comprar as cartas específicas ou então contar com a sorte? Deixe sua opinião nos comentários.

Até a próxima!

30 de março de 2017

Chegou o novo Galaxy S8 da Samsung

Nota do Editor: Este texto não constitui matéria paga, tampouco material promocional. Conteúdo meramente informativo.

Olá pessoas, como estão?

Provavelmente a Samsung deve estar aliviada em fazer o anúncio de seus novos smartphones Galaxy S8 e S8+.

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Após o desastroso (e explosivo) Galaxy Note 7, a Samsung estava precisando desviar a atenção para novos produtos. E ela fez isso com bastante competência no evento realizado em 29/3 na cidade de Nova York.

No lançamento do produto, ficou claro que a Samsung buscou o caminho da segurança. Aliás, foi curioso o fato que a maioria dos spoilers divulgados anteriormente foram confirmados. Tenho a sensação de que a Samsung não fez muita questão de esconder o que estava planejando.

O aparelho

A primeira coisa que chamou a atenção foi o tamanho da tela em relação ao tamanho do aparelho. O celular tem dimensões generosas na tela: 5,8” (S8) e 6,2” (S8+). Apesar do aumento da tela, o tamanho do aparelho não mudou muito pois eles reduziram (e muito as bordas do aparelho) usando uma nova tecnologia chamada Infinity Display. A resolução da tela é 2K (ou QuadHD, se preferir): 2960x1440. Isto traz uma proporção de tela um tanto diferenciada: 18:9.

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As bordas arredondadas dão ar elegante ao aparelho e a sua estrutura é em metal. Em razão desta mudança, o aparelho deixa de ter o botão home físico. O sensor biométrico também foi para a parte de trás do aparelho. A parte traseira, aliás, não tem aquele calombo da câmera e tudo parece muito bem organizado.

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Ah sim… os dois lados (no caso, da traseira, a lente da câmera) são revestidos pela proteção Gorilla Glass 5. E ele conta com resistência à água, com certificação IP68 (resistente a água e poeira).

O poder de fogo

Internamente, o aparelho mostra que é topo de linha. Ele está equipado com o Qualcomm SnapDragon 835 na versão norte-americana e com o Exynos 8895 na versão internacional.

Ele contará com 4GB de RAM nas duas versões, e capacidade de armazenamento interna de 64 GB com possibilidade de expansão via cartão de memória. A gaveta do cartão é híbrida, permitindo o uso de 2 SIM Cards simultaneamente.

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O aparelho virá com o Android Nougat e provavelmente terá suporte para a futura versão do robô verde. A interface é modificada para o launcher TouchWiz.

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Além disso, o aparelho traz alguns sensores bacanas: sensor de batimentos cardíacos, sensor de digitais, leitor de íris e barômetro.

Bateria

Este foi um ponto sensível no explosivo Galaxy Note 7… A Samsung preferiu não correr riscos e colocou uma bateria tradicional de 3000 mAh no S8 e uma de 3500 mAh no S8+. Capacidade de armazenamento não quer dizer muita coisa. Então temos que esperar algum review com testes para sabermos se isso refletirá em boa autonomia. O aparelho conta com carregamento quickcharger através de uma conexão USB tipo C.

Câmera

Não houve grande evolução neste quesito. Na verdade, as câmeras são essencialmente as mesmas do S7 e S7+. A câmera traseira é de 12 MP e abertura 1.7 com flash LED e a câmera frontal é de 8 MP com abertura 1.7 e auto foco. O aparelho consegue fazer vídeos em 4K e para quem gosta de fotografia um pouco mais afiada, ele conta com ajustes de  ISO, Velocidade do obturador, Exposição, Tom das cores, Foco manual e White Balance (Balanço de branco). Apesar de vários recursos interessantes, a proposta da câmera não é servir como um câmera de suporte aos profissionais, já que ela não conta – por exemplo – com possibilidade de salvar as imagens em RAW.

Novidades do modelo

A Samsung inclui para este aparelho, sua versão de assistente digital personalizado. Para quem já viu a Siri ou a Cortana, isso não é novidade. Chamada de Bixby, ela por enquanto só funciona em inglês e coreano.

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Aliás, no mesmo evento, a Samsung tratou de apresentar acessórios interessantes. Além de um fone de ouvido premium (que já virá na embalagem do celular), chamou minha atenção a dock DeX Station que permite transformar seu aparelho em um computador desktop com Android. A doca conect monitor, teclado e mouse ao aparelho e com isso você pode ampliar suas possibilidades.

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Hmmm… onde foi que eu vi isto antes? Ah sim… foi no Lumia 950, há quase 2 anos atrás. Curioso observar que apesar da Microsoft lançar com alguma antecedência frente a seus concorrentes as soluções desejadas pelo mercado e mesmo assim ela falhou miseravelmente em consolidar seu celular. É bem provável que esta doca seja apresentada como uma revolução nos smartphones.

Além disso, o aparelho apresenta novidades em sua segurança. Agora, além do sensor biométrico, ele conta com reconhecimento de íris e reconhecimento facial.

Como era de se esperar, o aparelho é compatível com outras soluções vestíveis da Samsung, como Gear VR, Gear 360 (que tem uma nova versão), Gear S e Gear Fit, além das soluções Samsung Pay e Samsung Connect.

E é caro?

Provavelmente sim. É um celular premium… é o Flagship da Samsung. Então, não espere que um celular destes seja oferecido por menos de R$ 3500. Apesar da minha especulação, o aparelho ainda não tem previsão de lançamento no Brasil.

Você pode conferir as informações oficiais do aparelho no site da Samsung.

Fatos Bônus

  • No dia em que publiquei este texto, o Tecmundo publicou uma notícia em seu site, informando que o preço do aparelho no Brasil será R$ 3999 para a versão S8 e R$ 4299 para o S8+. Definitivamente não é para qualquer bolso.
  • O mesmo Tecmundo informou também que a Microsoft (!?!?!?!) terá uma versão customizada para revenda, o chamado Galaxy S8 Microsoft Edition (!?!?!?)… Não, não é um Windows Phone. Trata-se apenas de uma edição que trará pré-instalado aplicativos da MS (OneDrive, Outlook, Skype, OneNote e… Cortana). Só não entendi porque razão de trazerem a Cortana.

Os novos Galaxy S8 e S8+ são belos aparelhos, mas com certeza, o preço é proibitivo para muitos bolsos. Se você gosta de ter o último modelo da marca, acho que vale a pena. Mas se você é usuário moderado de smartphones, você pode encontrar outras soluções a preços mais acessíveis.

Mas qual a sua opinião? Você acha que ele é superior ao iPhone? Deixe suas impressões nos comentários.

Até a próxima!

29 de março de 2017

Novo Asus Zenfone 3 Zoom

Nota do Editor: Este texto não constitui matéria paga, tampouco material promocional. Conteúdo meramente informativo.

Olá pessoas, como estão?

Nesta última semana, a Asus lançou divulgou para a imprensa seu novo smartphone: o Zenfone 3 Zoom.

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Anunciado na CES 2017, a ASUS realizou um mega-evento nesta última semana para o lançamento do celular no Brasil junto à mídia especializada. O evento “Asus On-Board” reuniu boa parte da mídia especializada (Nota do Editor: Asus, “leva nóis” no ano que vem?) para apresentação do novo celular.

E pelas especificações e diversos hands-on que vi por aí, parece que as configurações são muito boas. E eles investiram muito em dois pontos: câmera e bateria.

ASUS ZenFone 3 Zoom

O poder de fogo

O celular vem equipado com um SnapDragon 625 da Qualcomm (Octacore rodando a 2.0 GHz), combinado com a GPU Adreno 506 e com variações com até 4GB de memória RAM. Ele tem possibilidade de expansão com cartão microSD até 2 TB. Ele é DualChip (NanoSIM), mas com gaveta híbrida… ou seja, escolha entre dois chips ou expansão de memória. Ele vem equipado com o Android Marshmallow com atualização garantida para o Nougat. A interface adotada é a ASUS ZenUI 3.0. Então não espere pelo Android Puro.

Tela e corpo

O Zenfone 3 zoom vem montado em uma estrutura metálica e é relativamente fino… apenas 8mm, pesando 170g. Sua tela é AMOLED de 5,5 polegadas com resolução de 1920x1080 (FullHD) e permite até 10 toques simultâneos. O revestimento da tela é o Gorilla Glass 5 com uma camada oleofóbica (está certa esta palavra?) que evita mancha de dedos ao manipular o aparelho. Ele também conta com um sensor de digitais atrás do aparelho.

Bateria

Aqui talvez seja um grande trunfo do aparelho. São notáveis 5000 mAh provavelmente garantindo autonomia para mais de um dia em uso tradicional. Em sua caixa, aliás, o aparelho conta com um acessório que pode transformá-lo em um powerbank. Seu carregador é do tipo Quickcharger e conta com conexão USB-C.

Câmera

Um celular que carrega a expressão “Zoom” no nome obviamente traria novidades nesta área. O Zenfone 3 Zoom conta com duas câmeras traseiras: uma grande angular de 12MP e abertura 1.7, além de outra com os mesmos 12 MP e zoom óptico de 2,3x. De forma combinada (zoom óptico + zoom eletrônico) a câmera alcança um zoom de até 12x. As câmeras também contam com Auto Foco à laser. A câmera frontal é de 13 MP com abertura 2.0.

Tanto a câmera frontal, como a traseira contam com a tecnologia batizada de SuperPixel que permite que o celular tenha uma captação, mesmo em ambientes escuros.

Chama a atenção de quem gosta de fotografia o fato do celular contar com um modo manual que permite o ajuste de itens como: controle do obturador, balanço de branco, EV e ISO. O aparelho também permite armazenar as fotos no formato RAW para edição.

Como era de se esperar para um celular deste porte, ele conta com estabilização óptica e eletrônica de imagens. Conta com flash e grava vídeos em 4K (os vídeos em 1080p são em 30 fps).

As especificações completas podem ser obtidas diretamente no site da ASUS.

E é caro?

Bom… o preço dos celulares sempre é relativo. Como regra geral, quanto mais recursos, maior o preço. Não é um celular “barato”. Mas posso dizer que ele custa um preço justo para o lançamento.

Em sua versão mais básica (ZenFone 3 Zoom com 3GB de RAM e 32GB de armazenamento interno), custará R$ 1.899,00. Na sua versão mais completa (ZenFone 3 Zoom com 4GB de RAM e 128GB de armazenamento interno), o aparelho chega a R$ 2.499,00. Lembro a vocês que estes são os preços de lançamento (Março/2017) que podem variar em função da loja ou eventuais promoções.

Ele é bonito, potente, com boas configurações. Ao que parece, a Motorola, LG e a Samsung terão no mercado nacional um concorrente de peso.

Algo que ficou claro no evento de lançamento foi a comparação direta com o iPhone 7s. Em diversos comparativos técnicos ou mesmo comerciais a comparação sempre foi com o celular da maçã, desconsiderando seus outros concorrentes (Galaxy S8, LG G6 e Moto Z).

Seja como for, parece ser um excelente celular.

Gostou de reviews como esse? Quer que eu continue a publicá-los? Dê sua opinião nos comentários!

A queda de braço do sinal digital

Olá pessoas, como estão?

Vem aí mais uma polêmica… Desta vez, a briga é entre as operadoras de TV por assinatura (NET, Claro, Sky e Oi) e as emissoras de televisão SBT, RedeTV e Record. Aliás, juntas elas formaram a SIMBA… uma joint venture que pretende representar as emissoras na venda dos direitos de retransmissão para as operadoras de TV por assinatura.

O imbróglio é o seguinte: em 29/03 o sinal analógico será desligado daquela que provavelmente é a maior praça de transmissão para as emissoras… a região metropolitana de São Paulo. Com o desligamento, as emissoras transmitirão seu sinal apenas no “modo” digital.

Até o momento, as operadoras não pagavam pelo direito de retransmitir o sinal digital destas emissoras. A questão é que – agora – as emissoras querem cobrar por este sinal.

Ilegal não é… aliás, está previsto em lei. A Lei Federal 12.485/2011 prevê que as emissoras estão autorizadas a vender o seu sinal digital para operadoras de TV por assinatura, com a ressalva que o sinal analógico fosse mantido em gratuidade. Com o fim do sinal analógico – e consequente fim da oferta gratuita – as emissoras foram tratar de receber aquilo que elas alegam lhes ser devido.

E quem tem razão nesta briga?

Sinceramente, eu não sei… Emissoras de televisão são concessões públicas e está previsto que elas devem fornecer seu sinal gratuitamente de forma aberta. E com o fim do sinal analógico, só existe transmissão em sinal digital. E gratuitamente. Neste modelo, a única forma de lucrar será com anúncios de publicidade.

Ao vender seu sinal digital para as operadoras, as emissoras querem criar uma nova fonte de receita. E querem lucrar muito. Estimam receber em torno de de R$ 3,5 bilhões.

É muito dinheiro… três vezes o faturamento anual do SBT.

Então, de duas, uma… ou o faturamento das emissoras está fraco, ou a pedida está muito alta. E considerando que a Globo negocia todos os seus canais (Globo, Multishow, GNT, G1, SporTV, Globosat) por valores menores (e estamos falando da Globo…) acho que Silvio Santos, Bispo Macedo e o Marcelo de Carvalho estão um tanto equivocados (ou pretensiosos demais) em suas intenções.

Agora, independentemente de razão na história, eu tenho a impressão que esta é uma discussão obsoleta.Obsoleta porque estas emissoras estão brigando por um sistema de transmissão que no médio prazo será suplantado pelo modelo on-demand.

Vejam só… hoje temos Netflix, GloboPlay, Net Now, Claro On Demand, entre outros serviços que fornecem conteúdo sob demanda. Ou seja, você deixa de ficar preso à grade de programação da emissora. Você não precisa mais esperar o horário da novela. Basta acessar o aplicativo e assistir no horário de sua conveniência.

Várias emissoras já tem serviços similares para isso… Até a Gazeta (uma emissora regional) já oferece transmissão por streaming. Ao que tudo indica, tudo se encaminha para uma espécie de convergência. E nesta briga, parece que as emissoras estão se esquecendo disto. Elas estão brigando por um modelo antigo de transmissão.

O que eu acho?

No momento em que escrevo este texto, a ameaça das emissoras não teve o efeito esperado. Aliás, as operadoras já começaram a desativar o sinal destas emissoras. Parece que é o que elas querem, colocar o público contra as operadoras por estas terem cortados o sinal da tv. Mas já que eles querem tanto receber pelo sinal transmitido, por que não fazem uma proposta? Coloquem preço no seu sinal e vão negociar com as operadoras, oras…

Acho que quem perde são as emissoras. Afinal de contas, elas perderão público. E talvez receita de publicidade, pois sua audiência tenderá a ser menor sem a transmissão pela tv a cabo.

Não importa quem ganhará esta queda de braço… o foco da briga me parece equivocado. As emissoras deveriam repensar seu modelo de distribuição de conteúdo.

Esta discussão também foi tema do Podástico #9… Quer ouvir a opinião dos meus amigos Miguel Forlin e Carlos Aros? Clique neste link e ouçam o programa.

27 de março de 2017

Punho de Ferro… Uma retratação necessária

Olá pessoas, como estão?

No texto de hoje quero conversar (e me retratar) sobre uma indicação que fiz no Podástico, lá no seu programa número 8. Se você ainda não o ouviu, é uma boa oportunidade para fazê-lo agora, apenas clicando neste link (ou então clicando no player que existe aqui no site).

Lá na minha dica podástica eu cravei: “Assistam à nova série da Netflix…. Punho de Ferro, Eu já assisti os cinco primeiros episódios e está bem bacana”.

Bom, o que posso dizer? Eu deveria ter assistido mais alguns episódios antes de ter falado bobagem…

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Tanto a Marvel como a Netflix têm obtido bons acertos em suas séries. Demolidor, Luke Cage, Jessica Jones provam que o universo Marvel é plausível e viável para séries. Outras boas amostras são Agentes da S.H.I.E.L.D. e Agente Carter.

No caso dos primeiros títulos, a ideia era alavancar outra série que vem por aí: Os Defensores. Esta aí reúne Demolidor, Cage, Jones e… Punho de Ferro.

Para quem não conhece a história: Danny Rand é o filho de um grande empresário que é dado como morto (junto com seus pais) após um acidente de avião no Nepal. Quinze anos após o acidente, Danny reaparece em Nova York alegando ser o Punho de Ferro, com habilidades de luta e disposto a combater o crime e a corrupção.

A premissa é boa…

Eu admito que nunca acompanhei o Punho de Ferro nos quadrinhos. No máximo li uma ou outra história quando li Defensores. E mesmo assim, bem casualmente. Quando assisti aos três primeiros episódios eu me empolguei. A história promissora parecia levar a narrativa em direção à luta de Danny para provar quem ele realmente alega ser.

Mas o que parecia se tornar uma história intrincada e interessante teve sua resolução em apenas um episódio e meio. De repente… Danny voltou ao controle da empresa, passou a ditar as regras da casa e começou a combater o tentáculo.

E aí começam os problemas… O tentáculo sequer foi bem definido na série. Talvez contando que as pessoas tenham assistido a série Demolidor.

Eu estava disposto a passar por cima de alguns detalhes de continuidade. Mas depois que os episódios começaram a se arrastar, não pude mais ignorar os problemas da série. O primeiro é que o protagonista é basicamente um coadjuvante. Pouco explorado, ele não é muito carismático e não passa a emoção de alguém que sofreu tanto para se tornar aquilo que é… As suas lutas inclusive são em plano muito fechado. E no começo ele se mostra um magistral artista marcial. Mas com o passar dos episódios, sua habilidade declina a ponto de ele ser apenas um lutador sofrível que pena para derrotar adversários mais simples.

Aí ficam algumas perguntas: Danny chega descalço a uma Nova York contemporânea. Ele ficou afastado por 15 anos. Ou seja, ele saiu de NY em 2002 aproximadamente. Será que ele não sabia que precisaria de sapatos na cidade? Outra… ele alega em um episódio que não sabe dirigir. Mas logo após ser reconhecido como sucessor das indústrias Rand, ele aparece dirigindo um belo Aston Martin. Outra… o iPod que ele usava durante o acidente estava perfeitamente funcional 15 anos depois. Como será que ele fez para carregar a bateria do bicho na cidade K’un-Lun que existe apenas no plano espiritual? Curioso, não?

A trama se torna insossa, só melhorando um pouco no final da temporada – que aliás, foi previsível demais.

Mais curioso ainda é o fato dela ter se tornado a 2ª série da Marvel mais assistida na Netflix, de acordo com o site Jovem Nerd. Como entender o fenômeno? A publicidade negativa está despertando a curiosidade das pessoas?

Enfim… eu assisti até o final para ter certeza se deveria escrever ou não este texto. Mas o que vi me deu a certeza que não posso recomendar esta série para as pessoas.

E como eu a recomendei publicamente, faz-se necessário aqui esta retratação. Vamor torcer para que Defensores seja melhor do que Punhos de Ferro.

Ah sim… o Miguel Forlin em suas críticas de cinema sempre avalia os filmes no site Formiga Elétrica com um número de formigas que varia de 1 até 5… Vou aproveitar o critério de avaliação deles para dizer que a série não merece nem sequer 1 cupim… quanto mais uma formiga inteira…

Deixe aí nos comentários sua opiniões. Você assistiu? Gosto? Concorda com minha opinião? Vamos conversar!

25 de março de 2017

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017 (4/10)

Olá pessoas, como estão?

Novo vídeo da série “Abrindo uma Booster Box”. Continuamos com o unboxing de Modern Masters 2017, abrindo mais três boosters para vocês.

Antes, uma pequena retratação. Estou publicando o vídeo apenas em 25/03/17 (um sábado) e a promessa era publicar os vídeos as segundas, quartas e sextas. Tive alguns probleminhas técnicos que atrapalharam meus planos.

Para compensá-los pela falha, farei o seguinte… Eu farei publicações diárias do unboxing. Então… hoje, publico o quarto vídeo e com tudo certo, termino as publicações na próxima sexta-feira. O que acham?

Para o bloco de Amonkhet pretendo fazer um pouco diferente… o primeiro vídeo já começa com abertura de 3 boosters, nos vídeos seguintes eu faço a abertura de cinco boosters por vídeo em seis dias e depois no vídeo de encerramento mais três boosters com os comentários finais.  E com as publicações diárias, em pouco mais de uma semana eu fecho a caixa toda, combinado?

Bom, vamos ao vídeo…

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017

E depois do vídeo, nosso resultado:

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Desta vez valeu pelo Griselbrand! Das outras cartas, algumas talvez sejam boas para um selado e os terrenos servirão bem para alguns commanders. Se fosse para comprar, considerando estes três boosters. O investimento não teria valido.

Os vídeos continuam. Amanhã tem mais. Continue assistindo ao canal.

23 de março de 2017

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017 (3/10)

Olá pessoas, como estão?

Mais um vídeo da série de Modern Masters 2017. Este é o terceiro vídeo da série e o segundo onde estou efetivamente estou abrindo boosters. Como sempre, a gente fica na torcida para por boas cartas. No vídeo anterior, tiramos (das cartas que eu creio que valem a pena: Zur The Enchanter e Vampire Nighthawk. Não são grandes cartas, mas no deck certo podem fazer bons estragos. Acho que foram boas opções.

Para esta sequência, mais três boosters:

Abrindo uma Booster Box: Modern Masters 2017

Bom… este foi nosso resultado:

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Acho que foram aberturas melhores… Restoration Angel e Voice of Resurgence são ótimas e valem muito a pena. Terminate, Sigil of Doom, Stoic Angel e Teleportal também podem ajudar em alguns decks. O terreno foil, apesar de comum, ficou lindo também.

E continuamos com os vídeos. Acompanhe o unboxing em nosso canal.

O ócio nada criativo

Olá pessoas… Como estão?

Eu andava reclamando comigo mesmo que ultimamente não estava publicando textos mais intimistas e voltados aos meu dilemas pessoais e profissionais. Andava me queixando de que meus textos estava superficiais e com temas amenos.

É… talvez isso mude com este texto aqui. Vamos lá?

Ociosidade… muitos confundem com preguiça ou mesmo vagabundagem.

O ócio pode ser definido formalmente como a “cessação do trabalho”. E em sua definição formal há até mesmo uma referência com a “preguiça”. Em informática, dizemos que o processador está ocioso (idle) quando não está realizando nenhuma tarefa de processamento. Ele está ali, ligado e em funcionamento, mas não está efetivamente realizando alguma tarefa produtiva.

Nesta comparação tosca, podemos dizer que estar ocioso acaba conferindo um grau de improdutividade.

Ser ocioso é ser improdutivo?

Não é bem assim. Aliás, existe um livro que defende a ideia de que o ócio pode ser criativo… O livro, com o título “O Ócio criativo”, escrito por Domenico de Masi. Nele, o escritor defende que no atual estágio da sociedade (chamada por ele de pós-industrial) o homem não precisaria trabalhar tantas horas enfurnado em um escritório.

Com este tempo adicional, o homem poderia exercitar sua criatividade, libertando-se do modelo tradicional de trabalho de forma a atingir um nível de conhecimento geral sobre as coisas que possibilite a inovação.

Eu li o livro… e acreditei que ao otimizar meu tempo no trabalho, eu poderia ganhar tempo para exercitar o tal ócio criativo.

Mas o meu problema atual é algo mais simples… algo mais trivial.

Estou ocioso… tal qual um processador, tal qual uma fábrica sem funcionários. Não estou produzindo. Eu não sei exatamente o que está incomodando tanto meus colegas de repartição. O fato de eu ser ex-gerente. O fato de eu saber maneiras diferentes de fazer o serviço. Ou o fato de que as pessoas simplesmente não me querem por aqui.

Algo que definitivamente eu preciso trabalhar nesta vida é minha capacidade de relacionamento interpessoal. Eu sei que não sou a pessoa mais fácil do mundo para conviver. Tenho defeitos, manias, recalques. E sei que isso vem de longa data. Acho que desde os tempos do colégio.

Apesar disso, percebi que – com o tempo – eu consigo conquistar as pessoas. Não uma conquista absoluta e definitiva. Mas é fato que depois de passar muito tempo comigo, as pessoas finalmente percebem que não sou má pessoa nem mal caráter. As pessoas percebem (ou eu demonstro, sei lá…) que não sou um monstro.

Por conta deste período de adaptação extremamente variável nem sempre minha relação com o mundo é saudável. Some-se a isso o fato de que estou ficando bronco e ranzinza (assim como meu pai…) com o passar da idade. E isso faz com que as pessoas que não me conhecem se afastem.

O problema disto, pensando no meu ambiente profissional, é que com os anos você acaba criando uma espécie de reputação. No meu caso, má reputação. E é curioso observar como as pessoas fazem questão de perpetuar esta reputação, não importando a escola onde você trabalha.

Estou na minha escola atual há pouco mais de um mês, sendo que na prática não chega a ser tudo isso pois estive em férias por 15 dias. E o ambiente não está sendo dos mais favoráveis… Eu entendo perfeitamente que existem procedimentos distintos entre as escolas (leiam meu texto anterior). Mas entendo também que tenho quase 8 anos de experiência em secretaria escolar. Posso não estar familiarizado com a rotina da escola, mas sei como fazer uma transferência, uma matrícula, preencher um histórico… enfim, todas as rotinas de vida escolar e vida funcional.

Caramba… são 8 anos de prática. Eu sei fazer a porra do trabalho!

Mas o que encontrei aqui foi um clima de não pertencimento ao local. Percebi que perguntaram a meu respeito Eu tentei trazer meu conhecimento, mas as pessoas enxergaram isso como uma afronta ao conhecimento deles. De qualquer forma, ninguém também se interessou em demonstrar como são feitas as coisas por aqui.

Nisso tudo, o que me resta é observar… tento observar a rotina para “pescar” como são feitos os procedimentos e tentar me adequar ao local e às pessoas.

Mas o mal o já está feito…

E com isso, estou restrito à funções bem básica… meu dia consiste em ler o Diário Oficial e no final do mês transcrever o livro ponto para o mês seguinte. E no começo do mês, atualizar as fichas 100 após o pagamento.

Muita gente comemoraria por só ter que fazer isso…

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O problema é que o resto do tempo está sendo puro e absoluto ócio. E nada criativo. Acredite… ficar ocioso e não poder criar pode ser algo horrível também.

Bom… paciência… vida que segue.

22 de março de 2017

O contraste que eu vi nas escolas públicas

Olá pessoas, como estão?

Faz um bom tempo que eu não escrevo sobre minha vida profissional. Na verdade, a última vez que falei sobre ela foi em um vídeo no canal do site. Na ocasião, comentei sobre o fato de ter deixado a função de Gerente de Organização Escolar e reassumido a condição de Secretário de Escola.

E o que mudou?

Bom… a primeira mudança drástica é o salário. Deixo de receber um gratificação pró-labore, apesar de incorporar os décimos referentes aos anos que fiquei na função. Isso quer dizer que eu em algum momento vou receber 50% da gratificação que será incorporada ao meu salário.

A outra mudança é o peso da responsabilidade. Não ser o GOE da escola tira a minha responsabilidade sobre questões sensíveis: pagamento, vantagens pecuniárias para os funcionários, gerenciamento da secretaria, enfim… menos salário, mas menos responsabilidades também.

A questão que me chamou a atenção foi o contraste. Como uma escola pode ser tão diferente de outra…

Eu digo isso porque, tecnicamente, as escolas deveriam seguir orientações e procedimentos padronizados, já que estes são disciplinados pela Secretaria da Educação e aplicado pelas Diretorias Regionais de Ensino.

Mas eu já passei por quatro escolas diferentes. E nas quatro, os procedimentos adotados eram diferentes.

Nas três escolas em que fui GOE eu tentei aplicar um conjunto de rotinas e procedimentos que depois de alguns anos de prática se mostraram eficientes. Muitas vezes tive que fazer adaptações (o que é natural, afinal são pessoas diferentes… públicos diferentes), mas sempre atento ao que a legislação permitia. Em minha nova escola, eu não tenho a obrigação de implantar rotinas. Neste caso, como subordinado, eu tenho que me adaptar às rotinas que ali existem. Não foi uma mudança ruim. A escola funciona e isto é incontestável. Se um dia eu voltar a ser gerente, talvez eu leve algumas práticas daqui para outras escolas.

Voltando ao contraste, é curioso observar que certas escolas não funcionam porque simplesmente não conseguem seguir um conjunto básico de regras. E fica claro pra mim que escolas problemáticas têm seus problemas originados pela falta de visão dos gestores que são resistentes em adotar o conjunto básico de regras…

Ou pior… insistem em impor suas próprias regras.

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Sou da opinião que legislação – certa ou errada, justa ou injusta – não é para ser interpretada, mas sim para ser aplicada e seguida. Porque isso garante credibilidade na tomada de decisões, isto dá respaldo às rotinas aplicadas.

E isso evita que alguns gestores criem seus próprios feudos…

Ainda mantenho minha opinião de anos atrás (e que foi censurada na ocasião): muitos gestores não estão preparados para administrar uma escola. Podem ser bons pedagogos (as vezes nem isso…), podem ser bons propedeutas, mas ao assumir um cargo de comando mostram suas fragilidades em algumas competências básicas para um gestor: liderança, motivação, capacidade para tomada de decisões e principalmente capacidade de argumentação.

Que fique claro que não é somente a mão do diretor que define a escola. Cabe à equipe de professores, cabe aos funcionários e aos pais e alunos manterem um bom ambiente para a escola.

Mas depois de quase 8 anos… 4 escolas diferente e 8 diretores diferentes, tenho para mim uma boa explicação por qual razão algumas escolas funcionam.

E outras não…

21 de março de 2017

Abrindo uma Booster Box de Modern Masters 2/10

Olá pessoas,

Continuando a série de vídeos onde abri uma caixa de Modern Masters 2017, faço neste vídeo a abertura inicial onde removi os boosters da caixa e fiz a abertura dos três primeiros boosters.

Com tanta coisa boa na coleção é natural esperarmos algumas coisinhas bem bacanas, não é? Uma Liliana, um Snapcaster, um Tarmogoyf… entre outras cartinhas geniais.

A integração entre o canal e o blog vai funcionar assim… no vídeo eu faço o unboxing comentando todas as cartas.

Abrindo uma Booster Box–Vídeo 02

E em seguida, um resumo do que foi tirado na caixa…

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Nesta primeira leva, acho que o Zur The Enchanter foi a carta mais interessante. Ela não vê muito jogo no Modern, e no Commander mesão ela é bem divertida (e irritante).As artes foil de Vampire Nighthawk e Gift of Orzhova são as mais bonitas na minha opinião.

19 de março de 2017

Os filmes que vi: Indiana Jones e o templo da perdição

Guardem esse nome: Henry Walton Jones Jr… Arqueólogo, Professor Doutor do renomado (e fictício) Marshall College em Connecticut, também professor visitante da Universidade de Chicago, chegou a patente de Coronel pelo exército norte-americano e praticamente um herói nacional.

Ah sim… ele também é conhecido como Indiana Jones.

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No cinema ele foi interpretado (e ainda é, pois provavelmente será lançado um novo filme em 2019) por Harrison Ford. Na verdade, o ator River Phoenix também viveu o personagem quando Dr. Jones era apenas um escoteiro adolescente (no filme Indiana Jones e a Última Cruzada). Mas o personagem está imortalizado por Ford, sem sombras de dúvidas.

Jones, foi o protagonista de (até o momento), quatro filmes:

  • Raiders of the lost Ark (Batizado no Brasil de “Indiana Jones e o caçadores da Arca Perdida”)
  • Indiana Jones and the Temple of Doom (Indiana Jones e o Templo da Perdição)
  • Indiana Jones and the Last Crusade (Indiana Jones e a última Cruzada)
  • Indiana Jones and the Kingdom of Crystal Skull (Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal)

Algumas pessoas consideram como sendo uma quadrilogia… mas a bem da verdade, os filmes não tem entre si um nexo causal. São aventuras distintas vividas pelo herói e não uma história sequencial (como foram Back to the future, ou ainda O senhor dos anéis). Inclusive, o segundo se passa antes do primeiro, considerando a cronologia.

Eu vi os quatro… e de todos eles, quero falar do segundo… Indiana Jones e o Templo da Perdição.

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A história

Indiana Jones é um famoso arqueólogo que no intervalo das aulas que ministra no Marshall College, sai em busca de preciosidades arqueológicas para o museu da faculdade em troca de recompensas. Na prática, um caçador de tesouros. Mas um caçador do bem…

A história começa com nosso herói metido em uma encrenca com a máfia chinesa, quando a pedido do criminoso Lao Che ele recupera um valioso diamante em troca de um antigo artefato chinês. A troca não acontece como o combinado e Indy consegue fugir, não sem antes causar uma tremenda confusão. Em sua fuga, ele conta com a ajuda do jovem Short Round (Ke Huy Quan) e da atrapalhada Willie Scott (Kate Capshaw).

Apesar da fuga bem sucedida, ele acaba fugindo em um avião que Weber (Dan Aykroyd, numa participação de menos de 1 minuto, quase um Cameo) arrumou. O problema é que o avião pertencia a Lao Che.

Durante o voo, os pilotos abandonam o avião fazendo com que Indiana, Short e Willie tenham que saltar do avião sem pára-quedas. Uma das cenas mais divertidas do filme.

Após se salvarem, o trio acaba em um aldeia na Índia e descobrem que ali estão com alguns problemas: as crianças da aldeia estão desaparecidas, uma pedra sagrada (no filme chamam de pedra sagrada de Sivalinga) foi roubada e um palácio próximo à aldeia (Pankot Palace) está tomada por forças do mal.

Jones e seu grupo vão então até o Palácio Pankot para descobrir o paradeiro das crianças desaparecidas e também para recuperar a pedra sagrada. E a partir daí, toda a ação do filme se desenrola.

O que o filme me trouxe?

Acho que está evidente que o tal “Templo da perdição” é o palácio de Pankot, onde ocorrem atividades diabólicas. A primeira coisa que este filme me trouxe foi raiva… E sabem por que? Ele era um filme liberado para maiores de 14 anos. E com apenas 10 anos, não tinha como burlar a censura.

Só consegui assistir ao filme em vídeo depois de alguns anos. E mesmo assim, em uma cópia de vídeo cassete muito porca (naquela época, as locadoras de vídeo dificilmente trabalhavam com filmes originais). E aí, outro problema: sem legendas adequadas e não entendi metade do filme.

Foi graças a isso que comecei a me interessar na língua inglesa. Quando finalmente pude assistir ao filme adequadamente, foi sensacional… E foi na mesma época em que veio ao cinema o terceiro filme (Indiana Jones e a última cruzada). Outro épico… mas que será assunto para outro vídeo.

Foi com esse filme também que eu comecei a reparar um pouco mais em erros de continuidade. Sim… é uma chatice, mas o filme é bom demais. Então os erros são todos perdoáveis. Mas a partir dele eu comecei a caçar erros em todos os outros. E como eu sempre assisto a um filme mais de uma vez, na primeira vez eu vejo o filme. E na outra eu vejo os erros. E me divirto duas vezes!

Ah… também não posso deixar de comentar que também comecei a gostar de música instrumental e orquestra graças ao John Williams que assina a produção musical de todos os filmes do Dr. Jones.

O que o filme me ensinou?

Nunca entregue sua arma para alguém que não sabe segurar uma… Willie que o diga!

Bom, o filme está recheado de referências à obra de George Lucas e Steven Spielberg. E aí percebi o que significa o tal “conjunto da obra”. Aprendi a conhecer as realizações dos diretores dos filmes e também dos atores, pois passei a querer conhecer outros filmes de Harrison Ford, como Blade Runner, American Graffiti, A Testemunha, Comando 10 de Navarone e outros que vieram posteriormente.

Curiosidades

  • Ao contrário do que possa parecer, o filme não é uma sequência do anterior, mas uma prequela. Caçadores da Arca Perdida se passa no ano de 1936, enquanto Templo da Perdição acontece em 1935.
  • Apesar de ter acontecido antes na linha cronológica, o filme faz referência a uma cena de Caçadores. Quando Indy enfrenta um espadachim que demonstra habilidade com a lâmina, ele simplesmente saca sua arma e o mata. Uma cena muito parecida acontece em templo da perdição, mas desta vez, Indy está sem sua arma (Willie a perdeu logo no início do filme). Ele tenta fazer o mesmo, e como está sem a arma, ele derruba o espadachim desarmado mesmo.

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  • Como eu disse o filme está recheado de referências à obra dos seus idealizadores. Logo no começo do filme, temos a mais – digamos, clássica – a boate onde ocorre a briga entre Indy e os capangas de Lao Che se chama “Club Obi Wan - Bar”. Se você não sabe quem foi Obi Wan Kenobi, definitivamente a força não está com você!

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  • Apesar da história se passar em grande parte na Índia, o filme foi filmado prioritariamente no Sri-Lanka.
  • Estava previsto uma cena com um número musical no palácio de Pankot onde Willie cantaria junto com Short Round a música “Anything Goes”, mas ela foi cortada do roteiro.
  • Foi só na terceira vez que vi o filme que descobri a cena em que Dan Aykroyd participou. Ele é quase um figurante.
  • Algumas cenas do roteiro original de Caçadores da Arca Perdida que não foram aproveitadas no filme, foram utilizadas neste filme, como a cena dos vagões na mina.

Ficha Técnica

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Indiana Jones e o Templo da Perdição
Indiana Jones and the Temple of Doom

Estados Unidos, 1984, 118 minutos
Ação, Aventura, Fantasia

Direção: Steven Spielberg
Produção: Robert Watts
Roteiro: Willard Huyck, Gloria Katz, George Lucas

Elenco: Harrison Ford, Kate Capshaw, Amrish Puri, Roshan Seth, Philip Stone, Key Hu Quan

Trailer

Trailer Oficial

18 de março de 2017

Parceria UBQ e Bazar Magic

Olá pessoas, como vão?

Como muitos de vocês têm acompanhado, já tem alguns meses que venho publicando vídeos sobre produtos do card game Magic: The Gathering.

Em sua grande parte, são vídeos onde eu abro boosters das coleções mais recentes e faço alguns comentários sobre as cartas em questão. Nunca fui um jogador competitivo, mas muito mais jogador “for fun”. Mas acho divertido fazer a abertura dos produtos, comentar sobre os mesmos. Como colecionador, para mim, isso é um grande barato.

Até então, eu adquiria os produtos com meu próprio dinheiro. Só que meu orçamento nunca me permitiu, por exemplo, comprar uma booster box (Em torno de R$ 1000).

Então eu acabava me contentando com os boosters dos fat packs e kit’s pre release.

Mas agora, isso vai mudar… para melhor!

Conversando com o pessoal da loja onde costumo fazer minhas compras, comentei sobre o canal, o blog e os vídeos que faço para a internet. Desta conversa, surgiu a ideia de uma parceria, onde a loja me forneceria o material para eu fazer os vídeos a partir de agora.

Continuarei a fazer meus vídeo tradicionais também… afinal de contas, ainda sou colecionador do jogo.

Mas é com muito prazer que posso finalmente anunciar uma parceria com a loja BAZAR MAGIC!

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O Bazar Magic não é somente uma loja de card games, mas uma geek store completa… além dos produtos selados de Magic, você encontra outros TCG’s: Yu-Gi-Oh, Pokémon, Star Wars, Battle Scenes… e também com todos os acessórios que você precisa para manter sua coleção organizada: pastas, deck box, fichários, shields e sleeves, playmats, dados e outros acessórios. A lista é grande.

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A loja oferece também torneios. Sou suspeito para falar dos outros card games, então falarei somente dos de Magic… Toda sexta rola o Friday Night Magic, periodicamente são realizados PPTQ’s e também rodadas da Liga Magic. Isso sem contar a galera que sempre está por lá para um mesão de Commander.

Na loja, você ainda oferece um estande completo da Pitica’s com produtos originais e 100% licenciados. E sempre rola um saldão com produtos Pitica’s com preços muito atraentes.

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E para quem é fã de colecionáveis, miniaturas e afins, a loja conta com acervo bem sortido… Marvel, DC, Disney, Walking Dead, Star Wars, Star Trek, Minecraft.

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E se você gosta de RPG e jogos de tabuleiro, você encontra vários títulos clássicos como WAR! e Zombiecide, além de jogos muito legais que só pude conhecer no Bazar como Coup! e Quartz.

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Vale a pena fazer uma visita e conhecer a loja. Acesse www.bazarmagic.com.br e descubra mais sobre a loja.

Neste primeiro momento, a loja me forneceu uma booster box de Modern Masters 2017 e a partir desta semana, os vídeos já serão publicados. Publicarei três vídeos por semana abrindo três boosters em cada vídeo. Então teremos uma série de 8 vídeos só de Modern Masters.

A partir da próxima segunda-feira, não deixem de conferir no canal do UBQ lá no YouTube! Por enquanto, fiquem com o vídeo de introdução desta história toda…

Divirtam-se!

Nova parceria do UBQ

3 de março de 2017

Os livros que li: O Nome da Rosa

Descobri Umberto Eco de fato somente quando já estava na faculdade. Bem é verdade que eu já tinha visto o filme baseado na obra que foi estrelado por Sean Connery e Christian Slater (ainda no início de sua carreira) nos tempos do colégio. Assisti ao filme para um trabalho de escola. E foi só depois de alguns anos que me interessei pela obra deste brilhante escritor.

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Ideia geral do livro

O romance se passa na Idade Média, no século XIV. Naquela época, a igreja condenava qualquer forma de riso e escárnio com muita severidade. E dentro de uma Abadia (ou um Monastério, dependendo da tradução) situada ao norte da Itália, uma série de suicídios acontecem no local sob circunstâncias estranhas.

Preocupado com as mortes, o Abade pede ao frade franciscano, William de Baskerville para investigar as circunstâncias destas mortes.

William um ex-inquisidor, observador astuto e perspicaz, acompanhado de seu pupilo, o noviço Adso de Melk, inicia suas investigações pela Abadia e descobre que na verdade existe uma grande segredo em torno de um livro profano guardado na misteriosa biblioteca da abadia.

Paralelamente à esta trama, vemos Adso, um jovem noviço descobrindo sobre a vida profana e sua luta interna entre o fé e desejo.

O que o livro me trouxe?

Antes de tudo, o livro também é uma bela aula de história. O livro detalha muito bem como funcionava a atuação do clero em um momento onde a igreja era o principal difusor do conhecimento. Além disso, o livro é recheado de dilemas morais, que coloca o leitor como juiz das atitudes das personagens.

Eu precisei ler o livro por mais de uma vez para entender algumas questões propostas pelo livro. E isto foi fascinante. Pois a cada nova releitura, novas descobertas.

A biblioteca era para mim algo sagrado. Imaginar toda sua grandiosidade e todo o seu acervo foi um exercício muito interessantes. Que livros estariam ali guardados? Que histórias seriam descobertas? E porque a intransigência do homem permitiu que aquilo tudo fosse destruído? Opa… Spoilers!!!

Algo que só me ocorreu muito tempo depois é que toda a história é narrada sob o ponto de vista de Adso, que conta toda esta história quando já é um velho monge. Em algumas passagens, no entanto, o autor se vale de licença-poética para criar a trama, já que Adso não tinha como ser uma narrador onisciente e onipresente.

O livro me trouxe isso: conhecimento. Aprendi a origem de algumas coisas…. como “Escritório” que deriva de “Scriptorium” onde os monges copistas transcreviam os livros, pois a imprensa ainda não existia. Aprendi muito sobre o estudei na escola a respeito da Idade Média. E acho que isso foi um dos responsáveis por me fazer gostar de história.

Curiosidades

  • Existe uma adaptação para o cinema, como mencionei logo no começo do texto. O livro é de 1980 e o filme, de 1986. O filme inclusive rendeu ao ator Sean Connery o prêmio de Melhor Ator pela BAFTA (Academia Britânica de Cinema e Televisão)
  • A inquisição é um dos subtemas do livro. Bernardo Gui chega na segunda parte do livro com uma investigação que se bem sucedida poderia eventualmente transformar o protagonista em um herege.
  • Apesar de William ser apresentado como um investigador, ocorre que na verdade existe uma grande disputa interna pelas ordens monásticas, sendo que naquele momento os Beneditinos estão em disputa com os Franciscanos. Tanto é que haverá um encontro entre as diversas ordens monásticas ali mesmo na abadia. Só depois de muito tempo é que percebi que o Abade não estava preocupado com possíveis culpados pelas mortes. Ele estava somente tentando preservar o bom nome da Abadia.
  • Umberto Eco faz um referência muito grande à obra de Jorge Luís Borges, renomado escritor argentino. A referência é tão grande que existe um personagem (Jorge de Burgos) que – tal como o escritor argentino – também é cego.
  • Por incrível que pareça, este é o livro de estreia de Umberto Eco.
  • O nome da Rosa é algo muito simbólico. Pode ser muitas coisas. A leitura mais prosaica é definir que a tal “Rosa” é a camponesa (bruxa? prostituta?) que em determinado momento seduz Adso. Mas a leitura mais atenta, mostra que o nome do livro pode ser o livro perdido de Aristóteles ou ainda fazer referência a um poema do século XVII. Existe até mesmo uma referência possível à cidade de Roma.
  • Um dos nomes alternativos que foram cogitados para o livro foi “Abadia do Crime”. Que foi descartado. Entretanto, a premissa do livro é tão boa que deu origem a um jogo de computador baseado na sua história que recebeu o nome de “Abadia Del Crimen” (no original em espanhol).
  • Sobre o jogo, tenho a dizer que ele foi lançado para a plataforma MSX e eu joguei o bendito por volta de 1988, sem nunca conseguir terminar o jogo. Só consegui fazê-lo após ler o livro de Umberto Eco.

Definitivamente um dos livros mais sensacionais que tive o prazer de ler…

Ficha Técnica

  • Título: O nome da Rosa (Il nome della Rosa)
  • Lançamento: Itália, Setembro de 1980
  • Gênero: Romance histórico
  • Autor: Umberto Eco (1932-2016)
  • Edição Brasileira: Editora Record (592 páginas) – ISBN 9788501081407

Modern Masters 2017

Olá pessoas, como vão?

Considerando o roadmap de lançamentos da Wizards of The Coast, o próximo lançamento de Magic será a coleção Modern Masters 2017. A ideia da coleção é trazer cartas icônicas para o formato Modern permitindo que novas mecânicas surjam (ou no caso, ressurjam) trazendo outras possibilidades para o jogo.

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É claro que a reimpressão das cartas na nova coleção afetam diretamente a cotação de algumas cartas. O princípio básico é: cartas mais procuradas tendem a ser mais valorizadas. E se ela for rara ou mítica, temos uma quantidade menor de cartas em circulação. E isso faz com que elas fiquem caras. Muito caras.

Isso não acontece somente com cartas antigas… isso sempre acontece com cartas que vêem jogo e desiquilibram o campo quando entram em jogo.

No momento atual do formato Standard (o antigo T2), temos uma carta que mostra bem isso. Estou falando da Planeswalker Saheeli Rai:

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Esta carta foi lançada na coleção de Kaladesh e não viu muito jogo. Por não ter uma procura muito grande, seu preço chegou a R$ 19,90. O que é bastante por uma única carta.

Aí veio a coleção de Revolta do Éter. E com ela uma criatura incomum que nem é tão valorizada assim (apenas R$ 3,90): Felidar Guardian.

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Se você observar com mais atenção, perceberá que a habilidade do Felidar, combinada com a habilidade “-2” da Saheeli cria um combo. E quando este combo entra, não tem jeito… GG (Good Game… expressão utilizada no Magic On Line quando você perde o jogo).

A existência deste bichinho subiu a procura da Saheeli. Muito… com isso, a carta disparou para R$ 95,00. Em um final de semana, você podia ter o set completo por R$ 72,00 e de repente, a carta quintuplicou seu preço.

É comum também que a carta perca seu valor quando ela deixa o formato. Um bom exemplo é a Wingmate Roc (Roc do Voo Duplo) do bloco de Khans of Tarkir. Quando ela estava presente no formato Standard ela atingia facilmente o valor de R$ 15,00. Ao deixar o formato, seu preço despencou… ela não se encaixa no metagame do formato Modern. Hoje, esta carta pode ser encontrada por R$ 2,50.

Podemos dizer então que o valor de uma carta está associado à sua procura e a sua serventia aos diversos formatos.Se uma carta jogou bem no Standard e vê jogo no Modern e é relativamente rara, provavelmente ela terá um alto de valor de revenda.

O problema disso é que em razão disso, algumas cartas atingem valores realmente altos. A Planeswalker Liliana of the Veil é encontrada em torno de R$ 350,00 (ou mais).

E acredite, tem gente que paga para ter essa belezinha em seu deck.

O Modern Master funciona como uma intervenção da Wizards no preço das cartas. Claro que para ela, o que interessa é vender boosters e outros produtos selados, porque ela não vende cartas avulsas.

Mas controlar o preço das cartas avulsas é uma maneira de manter o ambiente do jogo saudável. Por que se isto não é feito, cria-se um metagame que fica inacessível a maioria dos jogadores.

Explicado isso, fica fácil entender porque a Wizards caprichou nesta coleção. São realmente muitas cartas boas sendo relançadas. Boas… Muito boas mesmo. Com o aumento da oferta, a tendência que o preço caia. Não a ponto de tornar cartas como a Liliana baratas… mas impede que seu preço suba ainda mais.

No momento em que escrevo este texto, já surgiram muitos spoilers (das 249 cartas previstas para a edição, já foram reveladas 105). E tem muita coisa que eu gostaria de ter… Os boosters desta coleção são mais caros (a última edição de Modern Masters saiu por R$ 50 cada… um booster tradicional custa R$ 15), então não é o tipo de investimento que estou disposto a fazer. Não posso prometer que farei vídeos, mas vou fazer o possível para conseguir uma parceria com alguma loja para abrir os boosters.

Seja como for, eu gostaria de apresentar algumas cartas que conheço e sei que são boas.

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Esta aqui são bem legais:

  • Entreat the Angels (Súplica dos Anjos)
  • Linvala, Keeper of Silence (Linvala, Guardiã do Silêncio)
  • Path to Exile (Caminho para o Exílio)
  • Ranger of Eos (Patrulheiro de Eos)
  • Anjo da Restauração
  • Stony Silence

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Controle na veia…

  • Gifts Ungiven (Dádivas retiradas)
  • Phantasmal Image (Imagem Fantasmal)
  • Serum Visions (Visões do Soro)
  • Snapcaster Mage (Mago da Conjuração Relâmpago)
  • Temporal Mastery (Mastria Temporal)
  • Venser Shaper Servant (Venser, Sábio Modelador)

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Vencer causando e sofrendo dano. Destruir tudo e inclusive a si mesmo, se necessário.

  • Damnation (Danação)
  • Death’s Shadow (Sombra da Morte)
  • Griselbrand (Griselbrand)
  • Inquisition of Kozilek (Inquisição de Kozilek)
  • Liliana of the Veil (Liliana do Véu)

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Bater… causar dano… o mais rápido possível

  • Bloodmoon (Lua Sangrenta)
  • Bonfire of the Damned (Fogueira dos Malditos)
  • Goblin Guide (Guia Goblin)
  • Past in Flames (Passado em Chamas)
  • Pyromancer Ascension (Ascensão do Piromante)

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A natureza sempre é forte

  • Craterhoof Behemoth (Behemoth Craterópode)
  • Might of Old Krosa (Bravura da Antiga Krosa)
  • Scavenging Ooze (Lodo Necrófago)
  • Tarmogoyf (Tarmogoyf)
  • Thragtusk (Thragueopresa)

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A sinergia entre as cores

  • Abrupt Decay (Denegeração Abrupta)
  • Domri Rade (Domri Rade)
  • Olivia Voldaren (Olivia Voldaren)
  • Shinx’s Revelation (Revelação da Esfinge)
  • Voice of Resurgence (Voz da Ressurgência)
  • Zur the Enchanter (Zur, o Encantador)

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Vou incluir aqui os terrenos e os artefatos

  • Basilisk Collar (Colar do Basilisco)
  • Grafdigger’s Cage (Jaula do Escavador de Túmulos)
  • Arid Mesa (Meseta Árida)
  • Cavern of Souls (Caverna das Almas)
  • Marsh Flats (Planície Pantanosa)
  • Misty Rainforest (Floresta Tropical Nebulosa)
  • Scalding Tarn (Lago Alpino Fervente)
  • Verdant Catacombs (Catabumbas Verdejantes)

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Coloquei apenas as cartas que julguei mais relevantes. Como todos os spoilers ainda não foram divulgados, creio que muita coisa boa pode vir por aí. Caso apareça alguma novidade, publicarei a segunda parte do artigo.

As informações oficiais da coleção são as seguintes:

  • Nome da coleção: Modern Masters 2017 Edition
  • Número de cartas: 249
  • Data do lançamento: 17/03/2017
  • Lançamento no Magic On Line: 22/03/2017
  • Hashtag: #MTGMM3
  • Disponível em: inglês, chinês simplificado e japonês

Até mais!

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