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10 de novembro de 2017

O Mercado define o que compramos? Um Papo Qualquer #5

Está no ar um novo episódio do podcast "Um Papo Qualquer"!

[Ficha Técnica]

[Título] O mercado define o que compramos?
[Publicação original] 10/11/2017 [Duração] 27’38’’
[Formato] MP3, 96 kpbs @ 44,1 KHz
[Músicas]
-
“Funky Suspense” by Bensound; “Drive along the sunset” by Mark Tyner; “Special Spotlight” by Kevin MacLeod.
- “Chatting”, “City Life”, “Deep Chill”, “Unity”, " são todas obtidas junto ao Free Stock Music, conforme o termo de licença de uso (End User License Agreement), tratando-se de músicas royalty-free.
(músicas licenciadas nos termos da
Creative Commons)

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E neste episódio, o tema principal é sobre as tecnologias que foram derrotadas pelo mercado... quantas vezes já compramos produtos e serviços que achávamos sensacionais, mas que não foram abraçadas pelo mercado? Você alguma vez comprou um produto que você achava muito legal, mas a indústria e o mercado não, e que por isso desapareceu?

Além desta discussão, aproveitei para comentar esta onda de denúncias sobre o comportamento de algumas personalidades que foram denunciadas por “supostas” (sim… uma ironia!) condutas imorais e inaceitáveis numa sociedade livre: assédio moral e sexual, racismo… ouça (e veja o vídeo do jornalista!!!) e opine.

[Links para este episódio]

[Links Patrocinados]

5 de novembro de 2017

Traí a causa do Windows Phone - Análises & Reviews #1

Bom… o que posso dizer? Traí…

Após pouco mais de 5 anos lutando contra a maré… defendendo com unhas e dentes a plataforma Windows Phone, eu finalmente sucumbi aos caprichos do robozinho verde…

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Eu comprei um celular com Android…

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É… eu sei… eu mereço.

Mas eu tive (e tenho) boas razões para fazer a troca. Foi necessária. Primeiro porque o meu Lumia 640 já vinha apresentando falhas de funcionamento. Depois a questão de não ter todos os aplicativos que REALMENTE utilizo (e necessito) para gerenciamento do site, do canal de vídeos e do podcast. Além disso, os poucos apps que estão na plataforma Windows Phone não estão tão bons quanto suas versões para iPhone e Android. Apps básicos como Facebook, Instagram simplesmente não abrem ou quando o fazem, fecham algum tempo depois. Não existe uma aplicação oficial do YouTube. O Tubecast é ótimo para ver vídeos, mas preciso gerenciar o canal. E ele não faz isso…

O fato é, a Microsoft tem no Android todos os serviços que eu utilizo atualmente no Windows Phone. Além disso, o Android tem os apps que estou precisando.

Então foi uma troca natural.

Bom, acho que consigo explicar melhor isso no vídeo… divirta-se!

Enfim, o próximo passo será fazer um vídeo contando como está sendo minha experiência com o Android… o Moto G5 Plus já se mostrou ótimo em suas configurações e ele me surpreendeu em alguns momentos.

Já o Android, nem tanto… Apesar da nítida melhoria da plataforma e da integração com as ferramentas do desktop, suas configurações não são tão intuitivas como no Windows Phone… fica aqui o mesmo registro que fiz anos atrás:

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Eu escrevi isto em 17/06/2013 (o link para o texto está aqui). Isto é uma grande verdade: o Android não foi feito pensando no usuário… mas pensando no próprio sistema.

Isto me faz lembrar uma outro boa briga de anos atrás… Lembra dos vídeo-cassetes? Tecnologia antiga e obsoleta para os dias de hoje. Mas cá entre em nós, era uma revolução e tanto assistir e gravar filmes e programas de tv.

Resultado de imagem para Vídeo Cassete

Bom, caso você não saiba, existiu uma guerra tecnológica por trás deste dispositivo… a briga era para descobrir qual seria o padrão a ser seguido pela indústria: o VHS, criado pela JVC ou o Betamax, criado pela Sony.

Foi uma briga boa… e muitos especialistas concordavam que o formato Betamax era superior ao VHS em qualidade (uma diferença pequena, mas real). E o VHS conquistou o mercado por justamente abrir mão da qualidade superior e com isso ter um mercado mais amplo (já que seus custos de componentes também era menor). Outro fator: o padrão VHS não tinha custo de licenciamento, ao contrário do formato da Sony que exigia custos de licenciamento junto à empresa. Por fim, o Betamax foi relegado a um produto de nicho específico, pois a maioria das produtoras profissionais de vídeo trabalhavam com o formato BetaCam que era um derivado do Betamax.

Experimente ler o parágrafo anterior trocando “VHS” por Android e “Betamax” por Windows Phone… percebe a semelhança?

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Olha só… fui escrever um texto para ilustrar o vídeo sobre o Moto G5 e saí com um bom tema para apresentar no próximo “Um Papo Qualquer”…

Gostei…

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