26 de fevereiro de 2019

Apex… Lava mais branco? (#BoraJogar)

Fala rapaziada do UBQ… Belezura? É o seguinte: estou enrolando, me segurando, me impedindo mas não deu… vim aqui falar de APEX o novo game da EA. Aliás, gratuito.

“Gratuito!?!?!?! Como assim EA?!?!?!?”

[ A história ]

Basicamente, Apex é um Battle Royale em primeira pessoa e ambientado no universo de Titanfall.

O jogo saiu tem pouco mais de 3 semanas e já virou febre entre os streamings que antes ficavam alternando entre Fortnite, Freefire e Overwatch. Falando dele propriamente dito, segue basicamente aquele esquema onde o ultimo deve sobreviver.

Como em qualquer jogo estilo Battle Royale. A diferença aqui está no fato em que você começa em um “squad” com 3 pessoas, então não é algo que – inicialmente – vira um “salve o próprio rabo” e já era.

Com a mecânica de time tudo muda, a estratégia fica mais complexa porém tem alguém cobrindo seus fundilhos. Não que o time precise estar inteiro para ganhar, apenas um estando no final traz a vitória para o time… mas time unido no começo e no fim é mais legal.

Falando no time são 6 personagens iniciais para você começar e 2 a serem abertos. Cada personagem tem uma característica de jogo, habilidade e poderes a serem utilizados em prol do time e da estratégia de sobrevivência e – aproveitando esse gancho – o próximo paragrafo começa minha opinião como gamer sobre este jogo...

Pois é… não falarei do game, mas… tem o que falar? Então, darei minha opinião na caruda mesmo.

[ Opinião… vale a pena? ]

O Jogo é no universo de Titanfall e você não vê um caspito de um Titan… nem mesmo no cenário. Aí, os caras criam vários personagens, cada um com um poder muito “inspirado” (notem as aspas, pra mim foi quase que plágio) em Overwatch e não para por ai.

Os personagens, os poderes, o estilo de jogo, lootbox, sem falar do esquema de customizar o personagem… o jogo é na pegada mais clássica de battle royale onde PUBG manda lembranças, só faltou a frigideira.

Eu, PH, também acho que eles beberam de uma fonte chamada “Borderlands” para a criação do cenário e na pegada das armas e armaduras normais, azuis, rochas… tipo a forma como elas caem no chão, as cápsulas onde você as pega… muito Borderlands. Até um dos personagens que você joga é um robô que tenta puxar um carisma a lá “Claptrap”.

Some tudo isso e você terá a mecânica do jogo que faz um pouco de cada coisa e no fim, na minha humilde opinião, não entrega nada bom…

“Ah claro, o game é gratuito você esperava o que PH?”

Esperava pelo menos algo que me fizesse jogar mais do que 2 ou 3 dias e não foi isso que aconteceu.

“Mas, PH… Cadê a parte que você comenta da história do jogo… os detalhes… as curiosidades?”

Sei lá! A EA não deu nada disso para os jogadores… deu um sistema já conhecido com elementos já conhecido de outros games. A única coisa que eu entendi (e posso estar realmente errado) é que se passa depois de Titanfall e só isso.

Virou febre, mó galera jogando, “streamando”, falando, comentando, mas para este humilde jogador aqui… o jogo não vale nem a banda de internet para baixá-lo.

É isso… “haters gonna hate but that’s how life it is”, diria o poeta.

Abraços.

25 de fevereiro de 2019

Mais rápido ao seu destino (Amarelinhas Expresso #1)

NOTA DO EDITOR: em razão da interrupção extraordinária das atividades do UBQ na semana em que ocorreu o falecimento do jornalista Ricardo Boechat, alguns textos tiveram sua publicação postergada. O editor agradece a compreensão da ‘Redação UBQ’ e também dos nossos leitores.

Esta semana, voltei a minha rotina normal de trabalho. Mais uma vez, estou usando o transporte público que dá nome e inspiração aos textos aqui no blog. Mas, nesta semana fui surpreendido. Por isso, a mudança do título e do conteúdo deste texto.

Agora, alguns dos ônibus troncais (amarelinhos), que trafegam entre os terminais urbanos de transporte, receberam um adesivo com a palavra “Expresso” de forma estilizada. E pelo nome, já dá pra imaginar sua função... estes ônibus terão a função, de somente fazer paradas nos terminais, com a finalidade de agilizar o transporte.

O Amarelinho Expresso, só vai parar em uma única parada que não pertence aos terminais. Esse ponto está localizado em frente a Rodoviária da cidade e que – coincidentemente – é a parada que eu pego o ônibus.

Por isso, em homenagem a esse grande momento, farei textos paralelos a coluna principal, mas com textos breves menos sofisticados, mais rápidos, apenas reflexões, ou seja… ‘Expressos’.

Inauguro então as crônicas ‘Amarelinhas Expresso’, explicando o título.

Esses dias fiquei muito emocionado. As mortes em Brumadinho, a dos meninos da base do flamengo e de Ricardo Boechat, me deixaram chocado. A morte é algo ainda inevitável e  é o destino de todos.

Mas por que alguns tem que chegar mais rápido ao seu destino, sendo que seu legado poderia ser bem maior?

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